Novo Caderno de Orientações técnicas – MDS visa reforçar a desprecarização do trabalho no SUAS


Pagamento de profissionais das equipes de referenciaBaixe o Caderno de Orientações técnicas sobre os gastos no pagamento dos profissionais das equipes de referência do SUAS. Documento importante para que os gestores compreendam o conceito de equipes de referência e possam realizar concurso público utilizando, também, os recursos federais para pagamento (contribuindo com o fim da precarização do trabalho. Além de garantir a continuidade dos serviços.

Considerado as orientações de José Crus, na teleconferência do MDS, Baixe os documentos sobre esse assunto e assista a teleconferência:

Assista a Teleconferência MDS que ocorreu no dua 06/04/15 com objetivo de esclarecer sobre os Gastos no Pagamento dos Profissionais das Equipes de Referência do Sistema Único de Assistência Social (Suas). Participam do programa José Crus, da Coordenação Geral Gestão do Trabalho do Suas, e Allan Camello, do Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS).

Valorização e gastos com pagamento dos profissionais do Suas é tema da Teleconferência MDS

Preparação para as Conferências de Assistência Social de 2015


Teleconfência Assistência Social

TELECONFERÊNCIA MDS – 27.04.15: Esta edição da Teleconferência MDS fala sobre Conferência de Assistência Social 2015, espaço para debater e avaliar a participação social e a política do setor. As atividades preparatórias para a conferência começam maio, com os debates municipais. Neste ano, o tema em discussão é “Consolidar o SUAS de vez rumo a 2026″ e os estados e o Distrito Federal têm até 19 de outubro para realizar seus encontros

Sobre a participação dos trabalhadores do SUAS nas Conferências de Assistência Social de 2015. No minuto 1:12’12 da Teleconferência, você pode ouvir a resposta da Conselheira Léa Braga a minha pergunta sobre a representação dos trabalhadores na conferência: Salvo os técnicos que exercem cargo comissionado/de gestão, os demais representam os trabalhadores, a sociedade civil – citanto a Nota Técnica da SNAS, que você pode conferir: NT-Orientações Técnicas Sobre os Trabalhadores e Trabalhadoras do Sistema único da Assistência Social – SUAS.

FNTSUAS

Vamos complementar as informações com o posicionamento do FNTSUAS – Fazemos a defesa de que:

“a inscrição das/os trabalhadoras/es nas Conferências municipais, seja da sociedade civil, seja do governo, que NÃO estejam em cargos comissionados ou na direção de Entidades de Assistência Social deve ser realizada no segmento das/os trabalhadores, independente do seu vínculo de trabalho” – LEIA o Documento na íntegra, Clique: FNTSUAS

Garantir esse formato é possibilitar uma participação mais pautada na autonomia e na defesa de interesses da sociedade e dos trabalhadores. O que visa fortalecer e potencializar a participação da sociedade fazendo com que a conferência seja, de fato, resultado de discussões mais heterogêneas e com menos atravessamentos de interesses políticos deturpados.

Para garantir essa representação, você deve ficar atento ao Regimento Interno das Conferências

Veja também o Post anterior sobre a organização das conferências:O CNAS divulgou materiais para a realização da X Conferência Nacional de Assistência Social

LIVRO – Assistência social em Fortaleza uma Política de Direito em Construção


FortalezaDivulgando… Parece ser uma leitura interessante! saber como a história foi contada e como se deu a experiência de implantação e implementação da Política de Assistência Social em Fortaleza.

Download: Assistência Social em Fortaleza: uma política de direito em construção

  • Assistência Social em Fortaleza: uma política de direito em construção / Organizadores: Maria Elaene Rodrigues Alves, Cynthia Studart Albuquerque. Fortaleza: SEMAS / PMF /EdUECE, 2012. 3v.

O que é o CRAS segundo o Facebook – PARTE I


O que é o CRAS Blog Psicologia no SUASConforme mencionei lá na fanpage ( Se você não conhece a página, clique AQUI) este post é consequência das postagens dos perfis no facebook das unidades de CRAS e SCFV em vários Municípios e Estados. Considerei relevante problematiza-las para que possamos refletir sobre o que estamos disseminando por aí, uma vez que as postagens demonstram e reproduzem equívocos sobre os serviços ofertados pela Proteção Social Básica.

A ideia inicial era fazer Print das publicações para que este post conquistasse também os “São Tomé”, mas para não expor as unidades, os trabalhadores e os usuários, eu demoraria uma eternidade para manipular as imagens. Talvez a necessidade de ver para acreditar seja minha, porque às vezes reluto em não ser confundida com uma pessoa pessimista, que só olha o lado ruim. Carrego as bandeiras da implicância (no sentido de envolver, enlaçar e não no sentido de atrapalhar ou confundir); da criticidade e da reflexão. Se eu me movimento com elas, me permito parar, olhar e analisar se devo continuar por determinado caminho ou não.

No meu entendimento, é essa pausa que não se permitem fazer (psicólogos, assistenciais sociais, coordenadores, gestores, técnicos de nível médio e demais executores da política), será por que isso dá trabalho e requer tempo? Ou é por que ainda se opera na lógica perversa de que para pobre qualquer coisa serve?

E o pior, aqueles profissionais politizados e críticos – muitas vezes, são colocados para fora dos trilhos ou se cansam de terem a voz tolhida e julgados por não falar a língua de todo grupo – regendo a lei da quantidade e não da qualidade.

Portanto, tratar questões como essa proposta aqui, não é porque não se acredita no CRAS, no SCFV, é justamente por acreditar que ele precisa conter uma nova lógica no trato com as pessoas que demandam de proteção social e no nosso caso de seguridade social.

A Política Nacional de Assistência Social e as demais Políticas Nacionais como a do idoso, criança e adolescente se bem traduzidas para a prática, estaríamos recebendo em nossa “linha do tempo” muito mais do que ela tem nos oferecido, o que passaria por um posicionamento ético.

Me estendi muito. Vou dividir esse Post analítico em outras três ou quatro partes. Mas para fechar essa parte, fazendo alusão ao meu debate na Oficina sobre trabalho Multiprofissional e o conceito de interdisciplinaridade no 3º Seminário Estadual sobre Psicologia e Assistência Social em São Paulo, o SUAS nasceu velho ou nossa concepção de proteção social de direitos sociais é que está envelhecendo as políticas públicas?

Ah! E não confundam pessimista com crítico. O primeiro é aquele que não acredita no sucesso ou resultado de nada, escolhendo sempre a primeira fila para testemunhar o fracasso, enquanto que o crítico é aquele que planeja e sabe qual caminho e qual direção é a mais assertiva, naquele momento. Estando pronto para desviar e refazer a trilha quantas vezes forem necessário para alcançar o resultado.

Até breve!