Especialmente ao Felipe!

Então Feleipe, percebo que os psicólogos questionam a atuação nos CRAS, mas ainda estão tímidos para dizerem o que realmente fazem e se posicionarem de fato diante deste recente campo de trabalho! Sobre os referenciais de atuação, acredito que a Orientação Tecnica elaborada pelo CFP_CREPOP é superficial e pouco reflexiva, devido ao pouco tempo que teve para publica-la, uma vez que foi realizada para atender as demandas da PNAS e as urgencias dos psicólogos, atribulados por um embasamento técnico de trabalho. A construção de um novo documento já está a caminho, segundo informações obtidas no Pré-Congresso Regional do VII CNP.

Assim a elaboração do mesmo não deve ser APENAS embasada nas pesquisas de georeferenciamento e\ou no fazer do psi atual, uma vez que este é pautado pelas incertezas acerca da contribuição do psicólogo(a) nas\com as Políticas Públicas de Assistência Social.

Deve-se abrir fóruns de discussões para que todos digam o que estão fazendo, mas, o mais importante é ter um espaço para a reflexão das práticas. Porque corremos o risco de cair no engodo de que estamos a serviço do compromisso social, mas não fazer nada mais do que contribuir com e para a disciplinaridade\normatização do indívíduo.

Bom o tema do VII CNP mostra a urgência nesta discussão: Psicologia e compromisso com a promoção de direitos: um projeto ético-político para a profissão

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