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O Trabalho do Psicólogo(a) no CRAS


Em pesquisa informal pelos canais de busca, encontrei alguns textos acerca da atuação do psicólogo(a). Reproduzirei os mesmos aqui conforme descrito no “Conteúdos “. Lembrando que a autoria está presente em todas as postagens.
Vamos fomentar a leitura

Título: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O TRABALHO DO PSICÓLOGO
NO CRAS

Tema: 9 – Políticas Públicas
Autor responsável por apresentar o Trabalho: CLÁUDIA ITABORAHY FERREIRA
Autor(es) adicionais: GABRIELE FARIA, MIRIAN BACELO, RENATA
CECCHETTI e VIVIANE BUSTAMANTE

Resumo: Este trabalho pretende promover a discussão a respeito da inserção do psicólogo no campo da Assistência Social, mais especificamente nos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), partindo da experiência da equipe de psicólogos e assistentes sociais da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Social do Município de Nova Iguaçu. A Assistência Social se constituiu como política pública a partir da Constituição Federal de 1988. Em 1993, foi promulgada a Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), que define as diretrizes básicas para a organização da Assistência Social em âmbito nacional. Após 10 anos de vigência da LOAS, foi aprovado, na IV Conferência Nacional da Assistência Social, o Sistema Único da Assistência Social (SUAS), que, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), “regula em todo o território nacional a hierarquia, os vínculos e as responsabilidades do sistema de serviços, benefícios, programas e projetos de assistência social”.
O SUAS dá as diretrizes do funcionamento das ações no campo da Assistência com contrapartida das três esferas de governo – Federal, Estadual e Municipal – e com o lema de garantir a autonomia, a dignidade e o direito. É, portanto, sob a perspectiva do direito que todos os municípios brasileiros terão, de acordo com seu contingente populacional, que implantar o(s) seu(s) CRAS. O CRAS é uma unidade pública que deve se localizar em áreas de vulnerabilidade social, realizando serviços de proteção social básica, organizando e coordenando a rede de serviços sócio-assistenciais locais. Eles têm como função garantir segurança de convívio social e familiar, através de ações, cuidados e serviços que restabeleçam vínculos pessoais, familiares, de vizinhança e de segmento social. O CRAS conta com uma equipe técnica mínima de psicólogos e assistentes sociais e encontra algumas diretrizes norteadoras em um Guia Técnico elaborado pelo MDS, no qual se propõe um trabalho conjunto destes profissionais. Entretanto, tais diretrizes não apontam a especificidade dos profissionais em questão. Se, por um lado, este guia formata as ações a serem desenvolvidas pelos técnicos do CRAS, sejam eles psicólogos ou assistentes sociais, por outro, define as atribuições destes sem levar em conta as particularidades da formação de cada profissional. A existência dessas diretrizes, então, nos permite interrogar qual a função do psicólogo nas unidades do CRAS, visto que o SUAS prevê a contratação obrigatória deste profissional. O que diferenciaria o psicólogo do assistente social neste dispositivo? Em entrevista ao Jornal do Conselho Federal de Psicologia, Ano XX nº 86 – maio 2007, a Secretária Nacional da Assistência Social, Ana Lígia Gomes, afirma que a intervenção do psicólogo no CRAS deve se dar, prioritariamente, através de ações sócio-educativas grupais. Desta forma, para a Secretária, a atuação do psicólogo se aproximaria dos movimentos grupalistas e institucionalistas, afastando-se dos “métodos de atendimento clínico convencional”. A visada de um trabalho sócio-educativo encontra-se, de fato, pautada no Guia Técnico, que é referência das ações desenvolvidas no CRAS. Porém, este tipo de trabalho parece estar mais próximo da formação do Serviço Social do que da formação do Psicólogo. Com isso, retornamos ao Guia Técnico, no qual os papéis dos técnicos aparecem indiferenciados. No entanto, aposta-se nas especificidades.
A especificidade do papel do psicólogo no CRAS não está, conforme a Secretária, necessariamente pautado no modelo clínico-ambulatorial. Mas, seriam as ações sócioeducativas a única prática possível para o psicólogo no CRAS? O Guia, ao comportar essa indiferenciação entre os profissionais, abre uma importante brecha que nos convoca a pensar o trabalho como um campo de possibilidades a ser construído entre a Assistência e a Psicologia. Senão, o que nos restaria enquanto profissionais seria uma mera reprodução de nossas funções isoladamente, ou seja, um engessamento do nosso trabalho.

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297 comentários em “O Trabalho do Psicólogo(a) no CRAS

  1. BOM DIA TUDO BEM SOU PSICOLOGA TRABALHO NO CRAS, EM UM MUNICIPIO DO TOCANTINS, ESTOU REALMENTE PEDINDO AJUDA POR QUER CAI DE PARAGUEDAS, NÃO SEI O QUE UM PSICOLOGO DO CRAS FAZ, NÃO SEI COMO DEVO TRABALHAR COMO EU COMEÇO APESAR DE ESTUDAR E TER PASSADO EM UM CONCURSO ESTOU COM ENORMER DIFICULDADES E QUASE UM PEDIDO DE AJUDA MESMO…GOSTARIA QUE ME AJUDASSE UM “BAB” MESMO…DESCULPE MAIS A MINHA PREOCUPAÇÃO ESTA ENORME LI OS TEXTOS MAIS PRECISO DE EXPLICAÇÕES MAIS CLARAS..OBRIGADA

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    • Boa noite vc esta na mesma situação quando fui trab no CRAS na Bahia.Sou coordenadora e trabalhava na educação,sei o que est passando, mas tenha calma vc vai compreender com o tempo pode ter certeza.

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    • Oi Isabela!
      Aqui no blog tem uma categoria “Psicologia no CRAS” onde tem postado artigos sobre o trabalho no CRAS, tem a lista de livros, e os materiais de orientação técnica do MDS e do Conselho Federal de Psicologia.
      Como você disse que é começo, acho que passa por aí!

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  2. Ola Rozana, muito legal esse espaço para compartilharmos nossas experiencias. Sou psicologo e trabalho no CRAS em Lençóis, tem uma semana que estou trabalhando e conhecendo tudo. Estou em busca de trocas de informações referente a projetos desenvolvidos e no que você puder me ajudar, pois é minha primeira experiência neste tipo de trabalho.

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  3. Olá, Rozana,estou iniciando no Cras,gostei muito do blog…vai me ajudar bastante pois não tenho experiencia alguma…espero contar com vc e sua experiencia.Abraços….

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  4. Olá Rozana! Seu blog é ótimo para nós profissionais que estamos adentrando nas políticas públicas, um espaço de discussão entre teoria, éticas e práticas. Aproveitando seu blog e seu conhecimento à respeito gostaria de opiniaõ em relação à grupos de adolescentes que estamos formando.
    Bjos e ótimo trabalho!

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    • Oi Pollyanna,
      é sempre bom interagir com profissionais atuantes no CRAS!
      quanto a sua colocação não sei como responder pois você nao diz em qual serviço será ofertado o grupo de adolescente e qual faixa etária, qual obejtivo do grupo?
      Se puder exponha mais sobre a formação do grupo, assim poderia tecer algum comentário sobre o mesmo!

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  5. Ola, me chamo Joseane Amaral,Psicologa atuando no CRAS do Municipio de Ipixuna do Pará…

    Gostaria de Ouvir sua opinião acerca do papel dos Orientadores Sociais, haja vista q eles são de fundamental importância no subsídios das atividades desenvolvidas pelo PAIF.. é de meu conhecimento tb que tanto o Psicologo como o Assistente Social estão perto desses orientadores para dar um apoio tecnico e nortear os trabalhos desempenhados por eles…

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    • Oi Joseane
      vou enviar uns documentos que tenho sobre agente social. Estes doc. foram disponibilizados pelo colega Leonardo Koury, autor dos artigos!
      Vejo estes profisisonais como articuladores com a comunidade e rede de serviços! mas concordo que temos que avançar mais nas possibilidades de atuação. Acho que esbarra muito na qualificação desse profissional. uma pessoa com nível médio não teve formação nehuma para atuar em polkíticas públicas! e muitas vezes o processo de contratação não avalia o perfil e qualificação, como é sabido em várias partes desse Brasil! ai está minha preocupação, como delegar funções se sabemos que não poderão cumpri-las de forma qualificada?
      açbos e continuamos nos falando…

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      • Joseane
        DEIXE SEU E-MAIL

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      • Olá Rozana,gostaria de obter informações a respeito do papel do psicólogo no cras,pois estou recendo ofícios de uma juíza querendo acompanhamento de crinças em abrigos,se puder me ajudar ficarei grata,porque acho que isso é caso de creas e não de cras,como devo proceder?
        obrigada!
        Irene, psicóloga do Cras de Itaberaba Bahia
        meu email.

        ene_rios2@hotmail.com

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      • Olá Irene!

        Se a criança está no SERVIÇO DE ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL é o profissional da Proteção Especial que deverá acompanhá-lo sim!
        Acredito ser proveitosa uma reunião com o juduciário para divulgação dos usuários de cada serviço da Proteção social.
        Para respaldo, use o caderno de Orientações do CRAS e a Tipificaççao e o caderno de Orientações Técnicas do Serviços de Acolhimento para
        Crianças e Adolescentes
        é também discussão junto com o CREAS ai!
        um abraço e deixe comentários aqui após resolver o impasse, pois estes desentendimentos estão presentes em vários municipios

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  6. Desculpa, acabei nao colocando meu e-mail. paulakaroli@hotmail.com
    Trabalho no CRAS em Jaciara-MT.
    Sou nova na área e estou na busca de informações.

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  7. Ola Rozana, muito legal esse espaço para compartilharmos nossas atividades e anseios. Sou psicologa e trabalho no CRAS e estou em busca de trocas de informações referente a projetos desenvolvidos. Gostaria de conhecer o documento do seu projeto RET e demais projetos que voce realiza. Poderia me encaminhar por e-mail ?

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  8. Olá Rozana!
    Sou estagiário no CRAS do meu município e estou a procura de idéias de atividades para desenvolver com a comunidade… atualmente trabalho com grupos das crianças e adolescentes usuárias do derviço em atividades de dinâmica de grupo com temas referentes a socialização, sexualidade, criticidade, etc… também estou tentando começar atividades com o grupo de colaboradores da unidade porque estes muitas vezes vêem-se sem ação frente a determinadas situações cotidianas, principalmente as relativas a expressão de violência dos usuários do serviço… pode colaborar me enviando por e-mail alguma idéia nova, algum projeto de atividade que você desempenha aí???

    Obrigado!!!

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    • Alex,
      Vou responder perguntando. rsrsrsr
      O CRAS onde vc atua tem quanto tempo? vcs têm o diagnóstico do território? pois é através dele que muitas vezes surgem as demandas para atuarmos. vcs têm sistematizados os acompahamentos às famílias do PBF e do BPC? A assistÊncia social ai já dá conta de realizar a VigilÂncia Social?
      Bom, digo isso porque é este caminho que estamos trilhando por ora! qualificar e aperfeiçoar os serviços e programas. Atuar sem sistematizar os serviços, impede a
      avaliação e o monitoramento!
      Se pude relatar um pouco como anda a atuação da PSB, ficará mais fácil seguir nossa conversa!
      um abraço

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      • Pouco tempo está em processo de estruturação. Estou visitando os CRAS das cidades vizinhas para aprender o máximo que puder e poder aplicar de acordo com a nossa realidade, estou lendo bastante e buscando trocar experiências. Não temos o diagnóstico do território e nem sistematizamos ainda os acompanhamentos ás famílias do BPF e BPC e nossa assistência está recebendo novos profissionais justamente par dar conta do necessário… ou seja estamos engatinhando literalmente. Eu estou na 4º fase do curso e com muita disposição estou buscando meios de contribuir dentro das minhas limitações. Bom resumindo, acho que precisamos começar do zero… hehe

        um abraço, aguardo resposta!

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  9. Sou psicologa no CRAS a 1 ano e agora recebi o convite para ser coordenadora!!! Estou um pouco perdida, gostaria de umas orientações!!! obrigada

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  10. Gostaria de saber onde posso encontrar projetos e planos de trabalhos desenvolvidos por psicólogos que trabalham nos CRAS.

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  11. Gostaria de saber onde posso encontrar modelos de projetos desenvolvidos por psicólogos nos CRAS.

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    • Oi Lucineide,
      Pois bem, quanto ao acesso a projetos de psi nos CRAS, tenho falado que é preciso perdermos a timidez e expor o que temos feito. Bom, eu tenho postado aqui no blog o meu projeto de grupo operativo, através de um trabalho de reciclagem, onde uso também a psicologia ambiental como norte teórico. Quando ao documento do projeto, posso enviar por e-mail, pois o que tem no blog é um slide de apresentação do projeto denominado RET: Recolher e Transformar. os demais são de gestante e grupo de idosos, mais comuns aos trabalhos desenvolvidos CRAS à fora.
      Bom, deixe seu e-mail, que entro em contato.

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  12. Boa noite!
    Oi Rosana,gostei do seu blog aqui podemos tirar duvidas com voce,
    sou estágiaria de serviço social no caps gostaria de saber como desenvolver trabalhos importantes para os usuarios.abraços aguardo resposta.

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  13. Trabalho em um CRAS gostaria de saber se o psicólogo pode realizar avaliação socioeconômica, ou se este é um instrumento do serviço social.
    Obrigada

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    • Oi Margareth,
      Bom, eu não sei que tipo de Avaliação socioeconomica é realizada no seu CRAS. Aqui no CRAS, acredito que o socioeconômico é avaliado durante o cadastramento do PAIF, busca ativa e elaboração de diagnóstico. Assim, é realizado tanto por psi quanto assist. social.
      Gostaria de pontuar que a questão Socioeconômica não é privativa do Assistente Social. É uma de sus funções e com certeza elabora com propriedade! mas temos várias áreas aptas a estudar e trabalhar com conceito de socioeconomia, pedagogo, biólogo, economista, psicólogo, agronômo, etc – um exemplo: um agronomo que trabalha com agricultura familiar, com certeza atuará com questões socioeconomicas e tendo se apropriado do instrumento Avaliação socioeconomica, ele ausará. É claro que o que concerne ao Serviço Social o mesmo deve ser convocado e é por isso que devemos sempre atentar para a multi-inter-transdisciplinaridade.

      Bom, trago ainda a Lei que regulamenta a profissão de Assistente Social, a qual traz no art. 4º A Avaliação socioeconomica como competencia do Assist. Social, mas coloca no Art. 5º quais são as privativas:

      De acordo com a lei 8662/93, que regulamenta a profissão de Serviço Social, em seu artigo 4º, constituem competências do assistente social:
      (…)
      XI – realizar estudos sócio-econômicos com os usuários para fins de benefícios e serviços sociais junto a órgãos da administração pública direta e indireta, empresas privadas e outras entidades.

      Já o art. 5º da referida lei aponta as atribuições privativas do assistente social. Ou seja, somente o profissional de Serviço Social pode executar tais atribuições. São elas:

      I – coordenar, elaborar, executar, supervisionar e avaliar estudos, pesquisas, planos, programas e projetos na área de Serviço Social;
      II – planejar, organizar e administrar programas e projetos em Unidade de Serviço Social;
      III – assessoria e consultoria e órgãos da Administração Pública direta e indireta,
      empresas privadas e outras entidades, em matéria de Serviço Social;
      IV – realizar vistorias, perícias técnicas, laudos periciais, informações e pareceres sobre a
      matéria de Serviço Social;
      V – assumir, no magistério de Serviço Social tanto a nível de graduação como pós-
      graduação, disciplinas e funções que exijam conhecimentos próprios e adquiridos em
      curso de formação regular;
      VI – treinamento, avaliação e supervisão direta de estagiários de Serviço Social;
      VII – dirigir e coordenar Unidades de Ensino e Cursos de Serviço Social, de graduação e
      pós-graduação;
      VIII – dirigir e coordenar associações, núcleos, centros de estudo e de pesquisa em
      Serviço Social;
      IX – elaborar provas, presidir e compor bancas de exames e comissões julgadoras de
      concursos ou outras formas de seleção para Assistentes Sociais, ou onde sejam aferidos
      conhecimentos inerentes ao Serviço Social;
      X – coordenar seminários, encontros, congressos e eventos assemelhados sobre
      assuntos de Serviço Social;
      XI – fiscalizar o exercício profissional através dos Conselhos Federal e Regionais;
      XII – dirigir serviços técnicos de Serviço Social em entidades públicas ou privadas;
      XIII – ocupar cargos e funções de direção e fiscalização da gestão financeira em órgãos e
      entidades representativas da categoria profissional.
      —–
      Aguardo sua colocações para prosseguirmos…

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  14. Como faço para ter acesso ao seu blog??? Sou Psicóloga e vou começar a trabalha no CRAS em Belo Horizonte..

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    • Oi Anônimo, rrsrsrs
      Como assim, ter acesso??? o que vocÊ está precisando? o que voce gostaria de ter acessado e não conseguiu?
      ou sua pergunta tem outro sentido, é como publicar algo? é isso?
      se preferir envie um e-mail

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  15. Olá Rozana! Sou psicóloga e atualmente coordenadora de CRAS em Barueri (onde de 4 CRAS 3 coordenadores são psicólogos). É uma vitória ao meu ver para nossa categoria apesar dos olhares ainda preconceituosos.
    Bruna

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    • Oi, Bruna!

      Estou como Psicóloga no CRAS e a cada dia me pergunto: Qual é o meu papel? Dinâmicas e oficinas podem ser realizadas por um Pedagogo;

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      • Olá Jane,

        Se me permite, eu gostaria de indicar o livro: Psicologia, Subjetividade e Políticas Públicas de Maria da Graça M. Gonçalves. O livro nos indica alguns pontos importantes para guiarmos nosso trabalho: ” A noção de dimensão subjetiva de fenõmenos sociais (…) traz uma perspectiva dialética , superando a dicotomia e resgatando a subjetividade como um elemento constituinte de fenomenos sociais , a partir de indivídio compreendido como sujeito”
        Gosto bastante desse direcionamento!!
        Caso você já tenha lido, deixe suas impressões aqui!!
        um abraço

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    • Oi Bruna,
      Muito bacana isso. Temos um espaço rico de atuação nesses espaços, precisamos usá-los com sabedoria e perspicácia para podermos FAZER A DIFERENÇA!
      UM ÓTIMO TRABALHO e compatilhe suas experiencias conosco, viu?
      um abraço

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    • Oi Bruna!

      Vc teria dicas para me dizer como estagiar no Cras? Se é somente via Ciee, ou se posso por exemplo levar um curriculum. Estou no 03 ano e procuro estágios

      Obrigada
      Lucilene

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  16. gostaria de saber quanto tempo o cras leva para fazer a avaliação dos pais, a fim de que possam retomar a guarda do filho.

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    • Cida,
      Que tipo de avaliação você se refere? psicológica? é pedido de perícia (juiz)?
      Os ofertados através do CRAS não está incluso avaliação psicológica e isso seria um desvio sério de nossa função no PAIF e outros serviços.
      Mesmo que seja solicitado pelo juiz não devemos realizar ( É O JUDICIÁRIO QUE DEVE COMPOR SUA EQUIPE) não devemos atuar para compensar outras políticas!!! e ainda perder o norte de nossas ações e do que preconiza o MDS, bem como o CFP
      Bom , é isso. Gostaria que você falasse um pouco mais sobre esta questão.
      um abraço
      e seja bem-vinda semrpe!

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      • Bem,

        Os pais tiveram uma discussão acalorada, sem agressão, e o conselho achou por bem deixar a criança na cada de parentes. e encaminhar os pais para uma avaliação psicológica. No entanto até o momento não houve agendamento ou pelo menos comunicado do cras para essa avaliação

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  17. Rozana, muito bom o seu blog. Gostaria de obter informações acerca de grupo com crianças. Quais atividades e dinâmicas realizar.
    Obrigada

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    • Oi Leane,
      Qual tipo de grupo? idade? não sei se o grupo com o qual vc atua é PAIF ou SCFV, mas acho a nova cartilha sobre SCFV muita boa, inclusive com sugestões de como planejar e executar as atividades, metodologias, recursos como musica, pintura, leitura e claro, acho que o viés pelo qual devemos nos comuinicar com a criança é sempre permeando e possibilitando a expressão da crinaça através do brincar.
      Quanto as dinâmicas, depende da idade das crianças, porque poderia usar parlendas, trava linguas, fábulas, folclores (as crianças poderiam representá-las!)
      http://sitededicas.uol.com.br/cfab.htm
      http://www.recantodasletras.com.br/gramatica/218592
      aguardo seu retorno para continuramos nosso papo!!
      abraços

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      • Rozana trabalho em CRAS. A crianças tem idade entre 6 a 9 anos. Obrigada pelo retorno.

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      • Leane, esqueci de dizer que a dica dos sites é só para exemplificar, caso não tenha algum material impresso. Você já leu a Cartilha do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos? o que achou?

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      • Obrigada pela dica, gostei dos sites. Veja bem eu baixei o manual, mas não li todo ainda. Pelo pouco que li deu para perceber que é muito bom. Obrigada!

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  18. Olá Rosana, muito bom o seu blog. Sou psicóloga, trabalho em cras há 6 meses, e gostaria de orientações acerca de grupo com crianças. Por exemplo quais atividades realizar, dinâmicas enfim.
    Obrigada

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  19. Gostaria de saber Rosana, se é psic. pode usar testes psicologicos no CRAS.

    Obrigada.

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    • olá Naiara,
      Quanto ao uso de testes em CRAS, não vejo a possibilidade de seu uso. Para quê o psicólogo usaria esse instrumento? não queremos avaliar a personalidade, atenção etc…. eu não sei o contexto que fez vc pensar no uso do teste, ou se foi questionamento de algum colega… mas, posso afirmar que não podemos fazer avaliação psicológica nos CRAS, psicoterapia.
      Acho melhor ouvir você um pouco mais!! rsrs espero você! obrigada pela participação!
      abços

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  20. Olá Rosana, muito bom o seu blog. Sou psicóloga, trabalho em cras há 6 meses, e gostaria de orientações acerca de grupo com crianças. Por exemplo quais atividades realizar, dinâmicas enfim.
    Obrigada

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  21. Seu espaço é muito interessante.

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  22. oi rosana gostaria de saber se no cras onde vc atua tem pedagoga e como é o trabalho dela…pois onde trabalho querem me vincular ao trabalho com na qual não me identifico que são os adolescentes e por falta da atual pedagoga de lá …por favor se puder me ajude!

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  23. Ola Rozana!!!

    TUDO BEM???
    Sou recém formada… e me chamaram para trabalhar no CRAS da minha cidade que vai ser inaugurado por esses dias…mas nao tenho a minima noção de como o psicólogo atua e quais são as aividades que podera ser desenvolvida…Estou bastante perdida!! Gostaria que voce pudesse me dar umas dicas, ou passar algumas atividades que podera ser executadas……Obrigadaaa

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  24. Prezada Rosana,

    Gostei muito de seu blog, vou começar a trabalhar no CRAS e não tenho experiência na area social, por isso estou meio perdida, vc tem algum material que eu possa ler, nem sei por onde começar, aguardarei ansiosamente seu artigo sobre as atividades desenvolvidas! por favor, me ajude. rsrs obrigada

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  25. Olá, sou psicóloga e estou no Cras a 6 meses, desde que inaugurou o mesmo….
    gostaria de trocar experiencias, ainda estamos com pouquissimas atividades e ainda estamos neese impasse da função exata de cada um…..
    por gentileza podemos mostrar o trabalho que fazemos em diferentes locais para que isso venha a acrescentar em nossa jornada…..

    um abraço

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  26. Ola rozana!!!!
    li algumas coisas suas e gostei sou psicologa e vou começar um trabalho no cras… e gostaria de algumas informaçoes suas se vc puder me mandar algum material ficarei mto grata
    eloisa

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  27. Oi! Sou psicologa do CRAS do municipio de eugenopolis – mg, gostaria de saber se o psicologo pode tbm ser o coordenador? E gostaria tbm de saber quais projetos que vc realiza. Estamos em fase de inauguraçao. Mto feliz com este espaço. Parabens!

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    • Oi pollyanna, sucesso na implantação e execução dos trabalhos aí em Eugenópolis!
      O psicólogo pode coordenar sim, mas desde que não comprometa a equie de referência, ou seja, o coordenador tem como principal função a gestão do território, participar de questões intersetoriais, reuniões, etc. É problemático se o profissional psi coordenar e ser tecnico de referencia ao mesmo tempo! não funciona! vejo isso acontecendo em Municpios pequenos ( não só o psi mas o assistente social tmabém não deve acumular funções, pois algo irá ficar descoberto!)
      Um abrço e boa sorte!

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      • Bom dia, Rozana
        trabalho em CRAS há 1 ano e concordo com você quanto a esta questão do acúmulo de funções nos serviços do CRAS, com a equipe técnica assumindo duas funções (técnico e coordenação, por exemplo). O que dificulta este quadro é a insegurança profissional quanto a nossa função neste espaço – CRAS – além da falta de compreensão de gestores sobre a importância da composição da equipe de maneira adequada, a fim de que os serviços ganhem em qualidade. Isto me dá a impressão de que estamos sempre “dando murros em ponta de faca”. O CRAS onde trabalho foi inaugurado ano passado, organizamos o PAIF e agora estamos tentando implantar os SCFV etários para crianças e adolescentes. Mas o que considero um ganho, é que o CRAS no qual trabalho já “nasceu” com uma coordenação específica (pedagoga), o que possibilita à equipe técnica dedicar-se ao PAIF e ao acompanhamento do PETi e do grupo de idosos (ambos possuem orientadores sociais específicos para as atividades). Uma dica para os colegas que estão iniciando em CRAS, indico acompanharem, sempre que possível, os documentos disponibilizados pelo MDS e CFP, além de realizarem projetos e relatórios, indicando as necessidades, possibilidades e dificuldades na realização dos serviços pela equipe técnica.
        Outra fonte importantíssima é a troca de informações com outros colegas – no contato real ou virtual -, o que acaba nos trazendo um pouco mais de segurança no nosso trabalho diário.

        Abçs

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        • Oi Lívia! muita rica sua mediação! compartilho destas ideias também!
          Já temos o SCFV, porém estamos aprimorando o PAIF e o sistema de referência ainda! o fluxo é muito pouco articulado!
          obrigada pela discussão!
          um abraço!

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  28. gostaria de saber qual a função do pedagogo no CRAS?

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    • tambem gostaria de saber a resposta desta pergunta, sou psicopedagoga no CRAS estou meia perdida sem saber as verdadeiras funções, me ajude

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  29. Também trabalho no cras e gostaria de saber qual a função do pedagogo nessa instituição?

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  30. Rozana,
    Ana Lígia Gomes, afirma que a intervenção do psicólogo no CRAS deve se dar,PRIORITARIAMENTE, NÃO, EXCUSIVAMENTE através de ações sócio-educativas grupais ! Concordo com ela que o profissional de psicologia esteja mais preparado para facilitar ações grupais, mas a equipe dos CRAS deve atuar de modo interdisciplinar. ; ) Sugiro uma fundamentação em Moreno( socionomia), Góis ( comunitária), Freire( Pedagogia da autonomia). Forte abraço!
    Fabrícia – Tecnico/ Psicóloga do CRAS Mucunã- Maracanaú

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  31. Olá Rozana!!!
    Tudo bem?Sou formada em Psicologia à um ano, tenho experiência com Conselho Tutelar e Peti da cidade de Varginha MG. E no momento estou adentrando no Cras, por isso gostaria muito de receber o seu material à respeito do mesmo.
    Obrigado!!!
    Abraços e Paz….

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  32. Olá Rosana!

    Achei muto interressante vc contar sobre suas atividades no CRAS, e também descreve-lás. esse material já está pronto? se sim me envie por favor.

    Obrigada

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  33. Olá Rozana!

    Sou psicóloga recém formada e gostaria de receber informações da atuação do psicólogo no CRAS.

    obrigada

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  34. Olá gostaria de saber quais atividades são realizadas no CRAs. Obrigada…

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  35. [...] O Trabalho do Psicólogo(a) no CRAS fevereiro, 201022 comentários 3 [...]

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  36. Oi Guilherme,

    Obrigada!

    Será muito bem-vinda suas figurinhas!! rsrs
    O como fazer, parece ser a questão dos colegas mesmo. Mas acredito que temos tecnicas, teorias, metodologias e muitos outros instrumentos que nos permitem FAZER e ser um te´cnico de referencia nos CRAS ou CREAS. enfim…
    Coragem e ousadia para construir! , e não esperar timidamente que os outros ditem o que e como fazer nesses serviços!
    um abç e continue participando
    ah! e aguardo as figurinhas, ou melhor os albuns!! rssr

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  37. Costumo até a dizer que a nossa função no CRAS se assemelha ao que os físicos se depararam ao estudarem as partículas subatômicas: um mundo de possibilidades

    É isso mesmo, já que “fortalecimento dos vínculos familiares e sociocomunitários” bem como o “empoderamento do sujeito” nos é solicitado, então a grande questão q todo mundo se pergunta inicialmente é: como?

    Há 2 anos q atuo em CRAS e tenho figurinhas para trocar!!!

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    • Guilherme tbm sou psicóloga e estou atuando em cras há 7 meses, estou precisando trocar figurinhas. Se você puder me enviar um email te agradeço. Obrigada (leanecunha@hotmail.com)

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    • Olá Rosana, muito bom o seu blog. Sou psicóloga, trabalho em cras há 6 meses, e gostaria de orientações acerca de grupo com crianças. Por exemplo quais atividades realizar, dinâmicas enfim.
      Obrigada

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  38. Muito legal seu blog, agora mesmo estou em um CRAS refletindo sobre minha atuação… e aí fui olhar na net achei este blog.

    Vamo interagir!!!!!!!!!!!!!!

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  39. É verdade…è desesperante para muitos e nossa formação realmente não nos dá nada de concreto…
    Mas a leitura e blogs como estes são um ótimo recurso e iniciativa!!!!
    O http://www.pol.org.br tem cartilhas e há outras opções na net que ajudam muito. Fiquemos de olho também nos eventos dos CRP’s.
    Parabéns!

    Marilia

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  40. rozana, estou trabalhando no CRAS, sou recém formada em psi, estou ainda sem saber como realmente deve ser a nossa atuação no CRAS. Estamos enfrentando dificuldades tb com o projovem, poucos adolescentes e os estágiários dos coletivos, estam desanimados. Se puder me ajudar a caminhar ficarei muito grata. Abraços, Patrícia. Arcos- MG.

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    • Oi patrícia!
      agradeço por compartilhar suas dúvidas! isso é construção. E assim não tenho pretensão de ser uma orientadora sobre o que fazer nos CRAS, pois acredito que temos vários profissioanais com condições melhores para tal função. Mas como estes estão distantes de nós, ousei em criar esse espaço para tecermos discussões acerca do que devemos desenvolver nos CRas , CREAS, enfim…
      Primeiro: me familiarizei com os marcos legais, ou seja com todos os documentos, leis, cartilhas sobre o SUAS e suas unidades de prestação de serviços. Pois, mesmo sendo recém formada nao podemos desconsiderar nossos instrumentos de trabalho obtidos e ou nos apresentados na formação. Pois soa um tanto estranho…somos convocados a atuar nesses serviços e não temos o que fazer?? temos e temos muito. A questão desnorteante é que não vimos na formação sequer um belo de um livro na prateleira da universidade dizendo o que fazer nos CRAS. Mas isso resolveria? NÃO, pois sabemos que em qualquer área de atuação os livros só servirão àqueles que não sabem por onde começar! Isso tudo é pra dizer que temos condições de atuar nos CRAS SIM. A escuta e a pespicácia são nossas ferramentas mais importantes!
      Não sei se fiz jus á sua participação mas gostaria de dizer que em breve publicarei um texto sobre o que considero ser o fazer psi nos CRAS.
      um abço e continue a discussão!

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  41. Sou estagiario de psicologia no cras, fico perdido as vezes pois sou solicitado pela gerente a todo momento a formar grupos e mais grupos, quando digo a ela para antes de montar e trabalhar com grupos preciso saber qual é a demanda deles ela me interroga sobre o que é que estão ensinando na faculdade que o estudante de psicologia não sabe nem montar um grupo… mas infelizmente vejo que devido a uma politica publica subserviente aos interesses locais os agentes transformadores destas relações ficam de mãos atadas, não sei como é nos outros lugares, mas aqui vejo que coloca-se uma pessoa totalmente desqualificada como gerente ou gestora de um serviço social… me desculpem pelo desabafo mas estou cheio disso, eu tento fazer a diferença, afinal onde fica a escuta? onde fica o papel do psicólogo? e que papel é esse frente a politicagem que tolhe e discrimina aquele que se propõe a fazer algo para os usuarios, que interroga os papeis, que procura intervir de forma objetiva, afinal para manter abertas as portas de qualquer cras existe a necessidade de mostrar resultados, mas quais? lista de presença? rubricas de participação em cursos?
    alguém me ajude…

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    • Oi Sílvio,
      que bela participação, devemos perder a timidez e expor nossa realidade de trabalho, pois só assim podemos construir o que de fato nosso fazer nesses serviços.
      Concordo com você, o trabalho psi, estagiário, enfim, não é só montar e acompanhar grupos.
      Vocês têm o diagnóstico socioterritorial? se não, comece por ele e para isso é necessário ir à comunidade e escutar suas demandas para assim planejar quais serviços o CRAS de vocês tem condições de ofertar!!
      faço sempre a pergunta: estamos a serviço de que? vamos fazer inclusão perversa? há o que incluir? se digo que tenho q incluir, já o excluí antes!
      sUGIRO a leitura de :AS ARTIMANHAS DA EXCLUSÃO: ANÁLISE PSICOSSOCIAL E ÉTICA DA. DESIGUALDADE SOCIAL. SAWAIA, BADER (ORG.). PETRÓPOLIS: VOZES, 2001.
      um abço

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    • ben meu caro, como diz o ditado; quem entra no barco tem qu saber navegar. na realidade se vc é estagiário vc nao pode nem realizar grupos e sim ser acompanhado juntamente pela pscóloga; o papel bruto de realizar grupos fica a par do pscólogo formado. mas o que se dar em grupos com o psicologo? no cras não se poder ter aquele jeitinho convencional de atender as pessoas na verdade o cras não é um consultorio, mas o atendimento deve ser feito a todos de uma vez so em forma de grupos convencionais onde se pode realizar rodas de conversas, resolver problemas sócio- educativos,terapias de grupos ou outro assunto que se encaixe no plano sócio educativo do cras.

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  42. Olá sou recém formada também e estou atuando no CRAS tem uma semana, até agora as coisas estão indo bem, porém fico meio perdida quanto ao meu papel e quais atividades me dizem respeito. Como poderia contribuir com o Projovem também, já que estou sendo requisitada para tal?

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    • Sarha,
      obrigada por participar!
      Bom, sei bem como é carregar o peso do recém formado. Mal saimos do luto pela perda do status etudante e já devemos responder às expectativas (de qualquer ordem).
      E aí? estamos prontos? NÃO. Mas, o primeiro passo é admitir isso e entender que ser estudante não é garantia de estar pronto profissionalmente um dia após a formatura! Então, quem tiver coragem assume o compromisso de se construir e se tornar…
      Chega de devaneios. Quero dizer que uma boa maneira de você se encontrar nesta prática é permeiar o mundo da leitura, o da astúcia em apreender as informações e o da reflexão sempre! LEIA todos os marcos legais sobre o SUAS, e sobre nossa atuação nos CRAS, mas não se esqueça de que você pode e deve usar as ferramentas que lhe foram apresentadas na formação, mesmo que as mesmas lhe soam estrageiras para a prática no CRAS. Como? contando com a perspicácia e a condição de articular e trazer as teorias para a prática!
      não fui capaz de conter o devaneio, então, acho que devo mantê-lo! ;)
      um abço

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    • Olá, Sarha, quanto a questão do Projovem adoelscente, trabalhei como técnica de referência por pouco tempo (apenas 4 meses) e, nesse período, foi realizada capacitação para os orientadores sociais e oficineiros, quando eles também foram ouvidos quanto as suas dúvidas e dificuldades. Realizamos também reuniões mensais para organizarmos as atribuições de cada um de nós no serviço. Foi identificada a necessidade de eles realizarem relatórios mensais e criamos uma espécie de ficha – sim, mais papel!!! – em que os orientadores sociais registravam situações – boas e ruins – que aconteciam durante as atividades e que se referiam a adolescentes cujas famílias estavam sendo acompanhadas pelo PAIF. realizava, eventualmente, palestras ou dinâmicas referentes ao tema que estava sendo trabalhado no período. O planejamento das atividades era realizado pela pedagoga, com quem trabalhava em conjunto. Sei que o tempo de atuação foi pequeno, mas foi possível perceber e ouvir um pouco mais de segurança nos orientadores sociais e oficineiros.
      Qulaquer dúvida ou se desejar mais detalhes, fique à vontade para entrar em contato, apesar da minha pouca experiência com o projovem adolescente.

      liviarrelias@hotmail.com

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  43. Maria José,
    Você já cadastrou seu e-mail para receber as novidades?
    Obrigada e continue mediando!
    abços

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  44. Que bom ter profissionais compromissados com o social.
    Adorei o seu Blog e gostaria de receber as suas novidades…
    Sucessos!!

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  45. Oi Érica,
    Obrigada pelo contato.
    O início é um pouco complicado mesmo… vc formou em que ano? e quanto tempo vc está no CRAS?
    Eu vou terminar de descrever as atividades que desenvolvo aqui “procure em Atividades CRAS Eunápolis” e assim será descrito brevemente como atuamos com os grupos/oficinas! e vou colocar um tópico com as dinâmicas mais utilizadas aqui, ok?
    continue acessando e participando!

    Um abraço e veja como enviar os dados do seu CRAS para o tópico: Divulgue seu CRAS!!!

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  46. Oi Rozana, tudo bem!!!!
    Tbm estou atuando no Cras, e tbm me formei na UNIPAC em dez de 2009, porem estou muito ansiosa, pois não fiz nenhum estagio na area e gostaria muito de c ontar com o apoio e atençao de quem ja atua, gostaria muito de fazer algumas atividades, vivencias, mas ainda estou insegura, espero poder contar com vcs!!!! caso tenham alguma dinamica, projeto por favor me enviaem para eu poder se pode ser encaixado dentro do perfil da minha abrangencia… obrigada… Erica

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  47. Li suas colocações e gostaria de saber se seria possível, voc~e nos passar uma orientação: estou assumindo como Pedagoga no CRAS de São Jerônimo da Serra – Paraná, e não encontro subsídios reais sobre como deve ser a ação do pedagoga, bem como as funções e em que aspecto deve interferir… Você teria um site indicador, ou mesmo, uma posição sua para me ajudar? Aguardo sua resposta. Muito obrigada.

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    • Olá Célia, muito bem-vinda!
      Bom, antes eu gostaria de saber quais materiais de Referência de atuação você já teve contato! por exemplo, os marcos legais como Política Nacional de Assist. Social, NOB/SUAS e o novo caderno do CRAS, lançado em dez de 2009!
      E gostaria também de saber como é composta a equipe de trabalho do CRAS de São Jerônimo da Serra, o mesmo é recente? vocês têm quantos grupos do PAIF e PROJOVEM?
      Assim, eu poderei tecer melhor minhas orientações!
      Mas já posso adiantar que a atuação do pedagogo no CRAS, também é um grande desafio, porque deve-se questionar qual a metodologia usada para não correr o risco de tecnicizar o trabalho, fazendo do mesmo um instrumento de normatização dos indivíduos!! e acredito que um dos instrumentos teóricos mais apropriados para o trabalho no CRAS é a pedagogia de Paulo Freire!
      Célia, por enquanto minhas colocações são essas. Aguardo seu retorno para continuarmos a trocar idéias.
      Caso a resposta não contemple sua solicitação, peço desculpas e fique à vontade para participar!
      um abraço!

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  48. quais as atividades desenvolvidas psicólogos no cras que você atua?

    Ed

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    • Oi Ed!
      Desculpe a demora!!
      Vou postar em breve as atividades que desenvolvo no CRAS num post! a previsão é que estará disponivel até dia 20/05.
      é que não quero apenas elencar as atividades, mas sim descrever como desenvolvo as mesmas! e isso leva um tempinho! rrs
      um abço e agradeço muito sua participação!

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  49. Muito bom ter profissional de psicologia engajada nas causas sociais.
    nunca desanime com as barreira assistenciais, pois tem sempre um indivíduo necessitando de nós.

    Abraços.

    Júli\ê (A. Social)

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  50. Rozana,

    Parabéns pela iniciativa de criar um Blog, voltado para a área social e que tem como finalidade, informar e compartilhar com todos os profissionais que atuam no CRAS de todo Brasil.
    Observa-se que existe uma compreensão cultural na nossa área de atuação, que ser Pedagogo, Psicólogo ou Assistente Social, significa construir processos dialéticos de ensino-aprendizagem a partir de uma profunda interação com uma equipe interdisciplinar. Por isso, costuma-se dizer que onde há profissionais versáteis e comprometidos com o trabalho que oferecem a comunidade que atendem. Existe uma equipe e onde há uma equipe existe um aprendizado constante. No entanto, Psicólogo, Pedagogo e Assistente Social, são aqueles que aprendem e ensinam mutuamente. Somos os sujeitos da práxis pedagógica. Como sujeitos parecem definir também os seus conceitos e significados. Daí a importância de se refletir sobre os sujeitos da prática educativa numa sociedade onde o sistema se coloca numa posição superior aos atores sociais desse processo de práxis pedagógica.
    Ocupamos, sem dúvida, posições diferenciadas nesta reflexão o que não permite dizer que não exista uma inter-relação dialética entre nós. Talvez a primeira inter-relação entre os sujeitos em discussão seja o fato de ambos serem, antes de tudo, seres humanos. O ser humano constrói uma relação na medida em que adquire o seu modo de ser, de viver e de sobreviver. O ser humano é ativo em determinadas relações sociais e históricas que produz o próprio modo de ser do ser humano.
    Precisamos repensar a vida da nossa clientela de uma forma crítica neste mundo globalizado e tecnológico e repreender as atividades que para a equipe é inadequada para aplicar no CRAS, devemos ousar novamente sonhar com um mundo diferente. Dessa forma, nós técnicos de referência da instituição que atuamos, estarão realmente construindo satisfatoriamente o processo de ensino-aprendizagem que nos torna sujeitos de mudanças.

    Bjsssssssss,

    Zilda Seixas
    Coordenadora do Cras de Eunápolis Bahia

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